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O Brasil treina para a decisão contra a Noruega com apenas uma grande dúvida: quem substitui Lucas Paquetá? O técnico Carlo Ancelotti mantém o mistério entre apostar no vigor ofensivo do jovem Danilo Santos ou na experiência defensiva de Fabinho. A escolha tática é o trunfo do treinador para furar a marcação norueguesa e liberar o futebol de Vinicius Júnior.
Enquanto a imprensa do mundo todo foca na seleção, um detalhe chama a atenção nos bastidores: o clamor por Neymar acabou. Aos 34 anos, após 45 lesões e 5 cirurgias, o próprio camisa 10 reconhece que não tem o vigor físico exigido por um Mundial tão intenso. Bem-comportado no banco, o craque aceitou o papel de coadjuvante para entrar apenas nos minutos finais. O Brasil de Ancelotti agora é um time estritamente coletivo, focado em vencer a Noruega pela força e pela estratégia.
Fonte: R7 Esportes

