Oi! Neste Natal que passou, em meio ao desconhecido e seguindo o exemplo de Pedro — que negou Jesus, o Deus de todas as galáxias e do poder de tudo sobre tudo.
O meu presente foi para Zoi, a minha bisnetinha, e para Luca, o homem do pirão da manhinha; para minha netinha parida, Lorane Oliveira, esposa de Filipe.
A minha bisnetinha tem o nome que combina com o exemplo de enxergar a luz do sol com o impacto da água e da respiração, sem vacilar como os homens mortos de pouca fé, cheios de desejos de poder, sexuais e financeiros. Homens cegos.
Deixei registrado a certeza de que o Deus de todas as galáxias e da energia, quimicamente falando, se fez homem, ressuscitou e vai além das escrituras sob o crivo dos romanos. A emenda, como vimos, estaria na hipocrisia, que é pior do que o soneto.
Meu neto David, apesar de sua avó Lusandra Menezes Cairo e sua tia, minha filha Yana Cairo — que sequer convidou seu avô para estar presente no matrimônio, o qual eu pedi para celebrar perante Deus, com véu e grinalda — saiba que sigo honrando a mãe e esse pai que não se envergonha de lutar contra a falsidade e a escravidão. Denunciei políticos, juízes e promotores que se iludem no poder.
Meus netinhos e bisnetos, sigam esse cara que não tem diploma de riquezas, mas tem a honra do amor sobre todas as coisas. Tenho o coração cheio de carinho pelo poder da Mãe que honra o sangue e a dignidade do filho; exemplo de liberdade, libertando o povo sofrido da escravidão.
Esse Natal foi uma hipocrisia, negando o conceito de amar o próximo e o futuro das crianças. Vi governos de direita e de esquerda que não respeitam o debate da vida. Mas a mãe natureza é a vida! É o impacto do sol e da água para todos os seres vivos desta galáxia. Sigo escrevendo sem ilusão e com firmeza no Todo-Poderoso, fazendo o certo para não dar errado nunca.
Um abraço, minha querida Titia, deste sobrinho que, nas aulas de química, transformava itens da tabela periódica em remédios e tintas para limpar a desonra dessas pessoas nefastas. Fica a segurança em conhecer realmente o “cabra da peste”, o mestre do amor e caráter.
O mundo não é só aqui; é como a tabela periódica: tem que combinar os elementos. O dinheiro compra a cama, mas não compra a paz, nem a saúde de amar ao próximo.
Desejei felicidades a todas as crianças que passam a conhecer Jesus Cristo sem textos vendidos pelos podres poderes. Esta cartinha é para vocês, meus netos e bisnetos. É repetindo o filho do meu Rei do Baião, Luiz Gonzaga: eu sentava com ele na Praia do Lido, no Rio de Janeiro.
A partir de agora, nada de só lembrança ou foto de concreto. Ele está vivo! Abram o coração. Sem essa de que quem engana, se engana.
Como diria Gonzaguinha: “Eu fico com a pureza da resposta das crianças… é a vida, é bonita e é bonita.” A vida foi e sempre será linda para quem é de paz; já os poderosos das armas, no futuro, serão apenas “manés”.
Veja, minha querida. No dia de Natal, data que deveria celebrar o conceito do Mestre, eu ouvi uma família que tem um membro que negou Jesus. Para a senhora sentir: um “Pedro” ladrão e criminoso do tráfico de drogas, que participou dos roubos de celulares e das finanças do Jornal Impacto.
Ele ameaçou a Mara Moreira, que sequer responde pelos atos por ser dependente de remédios controlados e se descontrolar. Ela está decepcionada com a escravidão, sem mesmo ter direito à Lei Maria da Penha. Segundo a Mara e a Soraia (funcionária pública municipal), elas são obrigadas pelo marginal invasor de residências e esse veículo de comunicação, que tem a honra de publicar este texto, denuncia agora os “vizinhos do cão” que moram na Travessa do Alecrim, Rua do Alecrim e adjacências.
Eles compram mulheres e as vendem diariamente para fazer sexo dentro de veículos, aos gritos, para forçar este jornalista a entrar no esquema criminoso e corrupto. As mulheres denunciaram os vizinhos nominalmente, inclusive um membro da minha família, o Marcelo Oliveira, que fez a ponte com André, Alex, Pedro e os vizinhos criminosos associados ao tráfico de pessoas e ao crime organizado.
Veja o texto acima e comprove a veracidade do engano. Como pode uma família que se diz católica, com procissão e imagem na porta, repetir o calvário de Jesus apenas para enganar as crianças? Pode, minha querida titia, comemorar o Natal com quatro mulheres vendidas pelo invasor talarico como objetos? Elas viajaram para Salvador e Aracaju para serem revendidas, sustentar o vício dos cafajestes e servirem de “mulas” do tráfico.
Elas estão decepcionadas com a falta de respeito com o Jornal Impacto e com a residência deste jornalista. A Mara destruiu todos os equipamentos e, junto com a Soraia, invadiu a residência e a redação do jornal na minha ausência, com apoio dos vizinhos cafetões e cúmplices, compartilhados com o Pedro e João conhecudo como João carroceiro — talarico, ladrães descarados.
Eu lutei para conseguir todos os fatos e evidências. Já fiz queixa no Disque 100 sobre os roubos e a destruição, com o vídeo que a Mara gravou informando que foi ajudada, na época, pelos três marginais compartilhados com os vizinhos criminosos.
Comprovadamente, este texto e mais detalhes já estão na mesa do Ministério Público para tomar as providências e exigir desses vizinhos a responsabilidade financeira com este veículo de comunicação, que preza pela honra, pelo respeito, pelo futuro e pela sustentabilidade das crianças.
Gente na madrugada do dia 26 A Maea desligou a energia no Padrão e o carroceiro João invadiu. Eu acordei e ele ameaçou querendo dinheiro eu não tinha ele pulou a janela e eu ouvi a voz da Mara Moreira conversando com ele na esquina Titia peça para fazer justiça A perseguição ao jornalista merece aos sitados cadeia e no caso da Mara Manicômio.
Beijos Titia e um feliz 2026

