Editorial .
Ao acompanhar os fatos, vemos uma história que se assemelha ao enredo de uma novela, mas que na vida real traz danos graves e consequências profundas. Assim como na trama de Avenida Brasil, aqui pessoas forjaram o seu próprio inferno, se unindo contra homens de bem.
É o caso de Idete Mara e Soraia, esta última funcionária pública municipal, lotada no setor de serviços gerais. Elas se aliaram de forma cruel e planejada ao chamado “cunhado”, homem de histórico conhecido de furtos e irregularidades dentro da nossa residência, da empresa que edita o Jornal Impacto e também no Clube Recreativo Ticronays.
Essa pessoa já foi repudiada pelo meu saudoso pai, Milson Portela de Oliveira, logo após suas primeiras falcatruas, sendo afastado do convívio da família. Ainda assim, com apenas 14 anos de idade, pedi que ele permanecesse, acreditando na possibilidade de mudança — e meu pai aceitou, respeitando o meu pedido. Porém, aos 18 anos, diante de novos erros, meu pai foi firme:
“Sai daqui, ladrão! Você não honra esta casa, nem os seus irmãos.”
Novamente eu intervim e roguei: “Meu pai, eu quero tentar modificar esse comportamento, essa índole má e esse baixo astral”.
Meu pai olhou-me com sabedoria, já prevendo o futuro de mais ilícitos, e respondeu apenas:
“Você vai ver…”
Aceitou mais uma vez o meu pedido, pois Deus me deu a graça de sempre perdoar. Mas como se diz: “o chicote queimado vale dois cruzados — quem olha para trás, leva pancada no lombo”. Toda ação errada tem seu preço. Essa pessoa cometeu crimes contra a família, contra a honra e, o pior, contra a dignidade humana: vendia mulheres para vizinhos integrados ao crime organizado. Mulheres ameaçadas, obrigadas à escravidão, vivendo sob o medo das armas de traficantes e de pessoas como Pedro — homem covarde, mentiroso e hipócrita — além de outros que se dizem representantes, mas que só trazem energia negativa, especialmente para nossas crianças.
Usaram o meu nome, tentaram me manipular na minha ausência e acharam que jamais seriam descobertos. Mas a verdade veio à tona: esse homem, assim como os vizinhos marginais, responderá por suas covardias. Perdoar é necessário, mas justiça é dever. Os que atentam contra a vida e a honra da família devem ser denunciados, julgados e punidos pelo Ministério Público e pela Justiça Constitucional.
Esse indivíduo, conhecido também por sua página Face-News de conduta duvidosa, já esperava por essa denúncia, assim como todos que subestimaram o nosso lar e a redação do Jornal Impacto — veículo que carrego há 38 anos de história, seriedade e competência, transformando informação em cidadania.
Mas eles transformaram o espaço que deveria ser de trabalho e comunicação em um verdadeiro manicômio de confusões e ilegalidades.
Como bem foi dito: “Você escolheu o demônio, e com certeza viverá como tal”.
A realidade mostra que essas escolhas levam a caminhos sombrios, onde se vive sob efeito de distorções e remédios controlados — usados muitas vezes apenas para tentar se eximir da responsabilidade por atos que colocam toda a sociedade em risco.
O que aconteceu com o Jornal Impacto não foi apenas um ataque comercial: foi um crime contra a liberdade de imprensa.
Tudo foi destruído propositalmente. Com o apoio de pessoas próximas, inclusive do seu próprio filho Caio, bens foram roubados da residência do jornalista. No espaço que abrigava a redação, foram colocados traficantes e indivíduos sem nenhum compromisso com a lei ou com a dignidade humana. Houve violação total de privacidade e intimidade, contando ainda com a ajuda de vizinhos que agem como exploradores, cafetinas e pessoas de má índole — liderados justamente por quem deveria respeitar e proteger.
É preciso deixar claro: vender pessoas é crime. Usar a imagem de um cidadão de bem, que preza pela pátria e pela justiça, torna esse crime ainda maior.
O trabalho do Jornal Impacto é de honra e compromisso: desde 1990, distribuímos milhões de exemplares impressos da Constituição Federal do Brasil, levando a todos o Livro dos Direitos e Garantias Fundamentais, construindo um país mais justo.
Mesmo assim, fomos alvo de calúnias e mentiras levadas à Justiça. Mas Deus não deixa a injustiça prevalecer. Quando solicitado o exame de corpo de delito, Idete Mara recusou-se a realizar, provando diante de todos que tudo não passava de invenção para macular a nossa história de luta.
MAIS FATOS QUE PROVAM A VERDADE
Para executar seus planos, Idete Mara usou Soraia, funcionária pública municipal e mãe de família, como peça principal desse esquema de destruição. Ela foi incentivada por vizinhos e parceiros ligados ao crime organizado — grupo que vende mulheres para exploração sexual e circula com veículos de origem ilícita, tudo apenas para constranger e perseguir este jornalista.
Recebemos denúncias até de pessoas em situação de rua: muitos que se dizem mendigos são, na verdade, traficantes disfarçados, agindo apenas para sustentar o próprio vício.
O resultado é visível e triste: tanto Idete quanto Soraia — que um dia tratei com respeito e amizade — hoje vivem nas ruas, na Praça Barão do Rio Branco, dormindo no chão e se submetendo a situações degradantes apenas para conseguir mais drogas.
Mas o pior de tudo é o risco às crianças. Soraia abandona seus filhos, usa drogas dentro de casa e recebe visitas suspeitas diariamente — uma vergonha para Vitória da Conquista, e caso urgente para apuração do Conselho Tutelar.
Um fato que marcou a todos foi com Pedro Guilherme, apenas 7 anos de idade. No último Dia das Mães, em um restaurante, presenciei a própria mãe ameaçando. Ao comentar, com todo respeito, que dinheiro público não deveria ser gasto com traficantes, ela reagiu com agressividade.
Quando o pequeno Pedro, com sinceridade inocente, respondeu: “Eu acho!”, ela gritou:
“Respeita sua mãe, senão esse ferro vai cantar no ouvido!”
Assustado, a única resposta da criança foi: “Desculpe, mãe…”.
Naquele momento, Pedro estava feliz, brincando com caranguejos na companhia dos meus amigos David e Isaque — provando que merece proteção, carinho e futuro, e não violência e abandono.
Soraia não esperou nem o almoço: saiu correndo após receber mensagem ou ligação de Idete Mara, confirmando que tudo é comandado por ela.
Deixamos claro: não temos nenhum preconceito, mas repudiamos qualquer ambiente onde haja drogas e crianças expostas ao perigo.
Até hoje, Pedro Guilherme não quer nem ouvir o nome de Idete Mara — prova que até uma criança percebe o mal que ela representa.
Os dias foram de verdadeiro terrorismo e perseguição. Houve ameaças de morte, atos de conteúdo sexual explícito e gritos de intimidação, tudo arquitetado para forçar este jornalista a desrespeitar a Constituição e se render a grupos que vivem da imoralidade.
Frases como estas foram ditas abertamente:
“Eu vou destruir tudo, vou acabar com o jornal”
“Todos me obedecem, então eu quem vou mandar”
Mesmo sabendo que o nosso trabalho é de utilidade pública e defesa da sociedade.
Diante de tudo isso, recorremos ao Ministério Público, instituição que zela pela ordem, pela paz e pelo futuro das nossas crianças. Pedimos que essa denúncia seja recebida e apurada com toda a lealdade que a lei exige.
O Jornal Impacto não vai se calar.
A verdade sempre prevalece, e a justiça é o fundamento de tudo o que defendemos.
Assinado .
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Diretor Presidente responsável pela redação editorial
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Milson José Leite de Oliveira .

